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A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda‑Madeira, eleita na Convenção do passado domingo, reuniu-se pela primeira vez, nesta quinta-feira, dia do 50.º aniversário da Constituição da República Portuguesa que criou as Autonomias Regionais dos Açores e da Madeira, assinalando estas efemérides com um apelo à defesa dos valores democráticos, da justiça social e da igualdade. Em comunicado assinado pela coordenadora regional, Dina Letra, o partido sublinha que “a autonomia só faz sentido se servir todas as pessoas, e não apenas interesses instalados”.

José Manuel Pureza encerrou a XI Convenção Regional do Bloco de Esquerda Madeira com um discurso centrado na crítica ao modelo económico regional, que considerou assente no turismo, em salários baixos e no aumento do custo da habitação. O coordenador nacional do BE afirmou que a Madeira está a ser empobrecida por uma elite económica e política, defendendo uma resposta mais forte do partido nas ruas, nos locais de trabalho e nas instituições. Considerou que a crise da habitação e o aumento do custo de vida resultam de opções políticas deliberadas, apontando os benefícios fiscais, a falta de regulação do alojamento local e a concentração de riqueza como fatores que agravam as dificuldades das famílias

Nos termos do Regulamento da XIª Convenção Regional do BE Madeira, cuja Sessão Final se realiza no próximo dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Hotel Porto Santa Maria (Zona Velha do Funchal), deu entrada uma Moção de Orientação Política associada a uma única lista candidata à Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira. A Moção e a Lista apresentadas têm como primeiro nome Dina Letra, que volta a ser recandidata à coordenação regional do partido. Deu, igualmente, entrada uma Lista/Moção candidata à Comissão Regional de Jovens que tem como primeiro subscritor/candidato, Francisco Pinto.

O Bloco de Esquerda Madeira esteve presente na concentração promovida pela plataforma "Casas para viver", no Funchal. As manifestações, realizadas neste sábado, em 16 cidades do país, levaram à rua milhares de pessoas em luta pelo direito à habitação.

Francisco Louçã esteve hoje numa das Livrarias Bertrand, do Funchal, para apresentar o livro “Imaginação – Cores, Deuses, Viagens e Amores”, numa sessão que reuniu leitores, e outras figuras da vida cultural e política madeirense.

Militantes e dirigentes do Bloco de Esquerda Madeira estiveram, na manhã deste sábado, no centro do Funchal, em contacto com a população, distribuindo um manifesto alusivo ao Dia Internacional da Mulher, que se assinala amanhã, 8 de março.

Aqui fica, em discurso direto, o testemunho de vida de Maria Ganança, antiga sindicalista madeirense, ligada ao Sindicalismo e à militância na, então, União Democrática Popular (UDP) e no Bloco de Esquerda. Um vídeo da reportagem "Aqui há história" da RTP Madeira.

O Bloco de Esquerda integrou uma concentração de protesto contra as alterações à lei laboral, realizada no Funchal, promovida pela União dos Sindicatos da Madeira, afeta à CGTP. A referida concentração de trabalhadores e dirigentes sindicais, ocorre integrada na jornada de luta, promovida pela Intersindical Nacional, em todo o país.

O Bloco de Esquerda realizou, nesta sexta-feira, uma iniciativa pública junto ao Largo do Chafariz, no Funchal, para contestar o denominado pacote laboral proposto pelo Governo da República, que, na perspetiva do partido, contém medidas que prejudicam os direitos dos trabalhadores.

O Bloco de Esquerda Madeira manifestou “preocupação e profunda reserva” perante as notícias que confirmam o cancelamento do concurso público para o asfaltamento da Estrada das Ginjas, inicialmente orçado em 11,7 milhões de euros.

O Bloco de Esquerda realizou uma acção de contacto com trabalhadores da empresa Horários do Funchal, alertando para as razões pelas quais devemos lutar contra o Pacote Laboral, que o Governo da República quer impor a todos os trabalhadores do país,  num claro retrocesso dos direitos conquistados.

O Bloco de Esquerda assinalou esta sexta-feira, 20 de fevereiro, o aniversário da aluvião de 2010, que causou dezenas de vítimas mortais e elevados danos materiais na Madeira. Na nota divulgada, o partido sublinha a importância de recordar a tragédia como forma de reforçar a necessidade de políticas de prevenção e de combate às alterações climáticas.

A intervenção do deputado Fabian Figueiredo, do Bloco de Esquerda, marcou hoje o debate na Assembleia da República sobre as iniciativas relativas ao subsídio social de mobilidade nas Regiões Autónomas. O parlamentar acusou o Governo de transformar uma reforma prometida como garantia de direitos numa “prova de obstáculos” para açorianos e madeirenses.

O Bloco de Esquerda voltou a colocar em foco o problema da habitação na Madeira. Segundo afirmou Diogo Teixeira, dirigente regional do BE, a situação habitacional no arquipélago atravessa “a mais grave crise” de que há memória.

O Bloco de Esquerda Madeira informa que está contra a venda do edifício do Hospital Dr. Nélio Mendonça e refere necessidade de garantir que o futuro daquele espaço seja destinado a servir a população da Região Autónoma da Madeira.

O Bloco de Esquerda esteve em contacto com trabalhadores junto à obra de construção do novo Hospital Central e Universitário da Madeira. Esta iniciativa política teve como objectivo alertar os trabalhadores para as medidas gravosas que compõem o chamado Pacote Laboral.

Que esta proposta avançada pelo PSD sirva para que os partidos satélite dos sociais-democratas no Parlamento - CDS, PAN e IL -puxem o tapete a quem os quer correr da Assembleia, fazendo cair este governo e obrigando à realização de novas eleições regionais, ainda com a atual Lei Eleitoral. 

O Bloco de Esquerda denunciou este sábado, 27 de Julho, a situação grave em que se encontra o Lar da Bela Vista.

Porto Santo, uma ilha que fica com o acesso muito limitado em janeiro, onde a pouca água que existe é utilizada para regar o campo de golfe que vai ter um aumento da sua área. Terá agora o tão desejado mini-hospital que quando foi proposto há 20 anos pelo Bloco, apelidaram-na como uma proposta de malucos.

No comício de campanha no Funchal, Roberto Almada defendeu que a mudança política na Madeira não pode passar pelos que hoje estão ao lado de Albuquerque no Governo. Mariana Mortágua acusou Montenegro de querer exportar o modelo económico “desastroso” da Região para o resto do país.

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