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A MEO concentrou os operadores do centro de atendimento telefónico do Funchal num só piso em plena pandemia, quando deveria proporcionar maior distanciamento entre colegas de trabalho.

O PSD enganou bem os madeirenses com a questão do ferry, prometeu trazer de volta a ligação marítima de passageiros, lançou concursos internacionais, mas tudo não passou de uma encenação para no fim ficar tudo na mesma: deixar a Madeira refém do monopólio do grupo que controla o transporte de mercadorias e os portos ( os mais caros da Europa e sem pagar contrapartidas).

O Bloco está solidário com as medidas decididas pelo Governo Regional para conter a pandemia. Esta crise torna clara a importância fundamental do serviço público de saúde.

Estivadores na Caniçal sem equipamento de proteção, sem mascaras nem desinfetante, mas com ameaças na caso de se queixarem.

Passados dez anos há familias afetadas ainda sem ajuda, há guardas provisórias por reparar na ribeira João Gomes e há fatores de risco sobre os quais nada se fez. Entretanto milhões foram esbanjados em obras inúteis, como o cais 8 e a cobertura das muralhas.

É preocupante a instrumentalização da comunicação social pelos interesses económicos, a isenção e a pluralidade da informação ficam em causa, o que enfraquece a Democracia. 

Com este longo rasto de doenças, químicos, dejetos e sofrimento e ainda a pesada pressão que coloca sobre as populações de peixes selvagens, via propagação de parasitas, fugas, e maior pressão sobre os recursos pesqueiros, a sustentabilidade da aquacultura afigura-se como uma ilusão.

O apoio à compra de carros eléctricos para uso particular, num milhão de euros, é uma ajuda à compra de brinquedos caros por meninos ricos, não vai resolver nenhum problema ambiental e muito menos do congestionamento do transito e da ocupação do espaço útil da cidade. Esse valor deve ser antes canalizado para investimento nos transportes públicos colectivos.

O SESARAM tem sido palco de um espetáculo deprimente, de disputa de tachos, oferecido à população pelo novo Governo Regional, que afinal e apesar da entrada do CDS não tem nada de novo.

O Governo propõe-se comprar o que deu antes de mão beijada (a gestão do CINM) e que permitiu ao grupo Pestana arrecadar mais de 50 milhões ao longo dos anos sem ter investido nada que justifique tamanhos lucros. É de um privilégio que se trata.

O governo Regional que repudia a nova taxa da TAP, mas não repudia o quadro legal que dá à TAP total liberdade para criar taxas, subir os preços e abusar dos madeirenses - a liberalização das ligações aéreas.

A VIII Convenção Regional do Bloco de Esquerda Madeira terá lugar a 7 de março, segundo deliberação da Comissão Coordenadora Regional do passado sábado. 

O programa de Governo é mais do mesmo, não melhora as fracas perspectivas de futuro que leva tantos jovens a emigrar. O Governo vai continuar a satisfazer os apetites da sua clientela e a condenar a maioria dos madeirenses à pobreza.

A forte polarização marcou as eleições regionais de 22 de setembro. Fora do parlamento, o Bloco vai continuar a batalhar na defesa intransigente dos serviços públicos de saúde e de educação e pela dignidade e humanidade de todas e todos.

A descida do IRC serve de pouco aos pequenos comerciantes, quem beneficia são as grandes empresas, o sector financeiro e as que vivem das concessões do Estado ou que resultam das privatizações.

Um cenário de forte polarização entre PS e PSD tornou mais difícil ao Bloco Madeira passar a sua mensagem. O balanço das eleições regionais feito pela Mesa Nacional do Bloco de Esquerda.

Enquanto, neste país, não se conseguir combater a violência doméstica o BE insta a que se defendam os direitos próprios das crianças vítimas e/ou testemunhas de violência doméstica.

A 6 de Outubro, o voto no Bloco de Esquerda é o garante de respeito por quem trabalha e faz a economia deste País. Pelos trabalhadores de hoje e pelo futuro laboral das novas gerações.

A 6 de outubro é importante ir votar e votar no Bloco de Esquerda que está sempre ao lado dos mais desprotegido para forçar um maior equilíbrio social, defendemos os mais frágeis sempre e não só nas eleições.

O Bloco defende maior orçamento para a saúde, para melhorar a resposta do serviço público, separação clara com o privado, valorização dos profissionais - um serviço público universal, geral, gratuito e de qualidade.

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