Notícias

Dia 6 de junho, a IX Convenção Regional do Bloco de Esquerda Madeira elegeu a nova Comissão Coordenadora Regional.

Na eleição para a Comissão Coordenadora Regional, a Moção A contou com 53,3% dos votos, o equivalente a nove eleitos e, por sua vez, a Moção B com 42,4%, elegeu sete pessoas.

Na votação das moções de orientação à IX Convenção Regional, a Moção A - "Recuperar o presente, ganhar o futuro", encabeçada por Dina Letra, obteve 51,2% dos votos e a Moção B - "A Esquerda que resiste", cujo primeiro subscritor é Paulino Ascenção e até aqui coordenador regional, reuniu 41,5% dos votos.

 

Em tempos de crise os privados não investem nem criam empregos, tem se ser o Estado a assumir essa responsabilidade.

Quando a economia privada está paralisada, o Estado tem a obrigação de gastar o que pode na criação de empregos, e assim responde à crise económica, melhora a esperança no futuro e combate a outra pandemia, a da doença mental que se alimenta da ansiedade no presente e da falta de perspetivas de futuro.

Assembleia de aderentes para analise das presidenciais e da situação política 

O Bloco de Esquerda quer soluções para as famílias com crianças entre 6 e 12 anos depois de terminar a escola, ou a prorrogação do teletrabalho ou a abertura dos ATL’s.

A assembleia de aderentes do BE-Madeira foi convocada para o próximo sábado pelas 10h00.

O Povo bem pode passar fome que o PSD nunca vai tocar nos privilégios que criou para a "máfia no bom sentido". Após 40 anos de PSD no poder a Madeira continua a ter índices de pobreza bem mais altos que qualquer região do continente.

O reforço do serviço público de saúde e a dignificação dos profissionais são lições que podemos retirar da pandemia

Que interesses defende o Governo Regional quando propõe que a pesca pare a atividade mas não a aquicultura, quando os supermercados estão abastecidos de "pescado de aviário" e o peixe selvagem triplica de preço entre o descarregamento das embarcações e a chegada ao consumidor?

Não há dinheiro para renovar a frota envelhecida, não há para pagar o que é justo aos trabalhadores, mas há de sobre para litigar em Tribunal contra os próprios trabalhadores!?

Saudamos em especial todos os trabalhadores que têm de sair de casa, durante este período de confinamento para cumprirem as suas responsabilidades profissionais, expondo-se ao risco de contágio.

A pretexto da pandemia o PSD e o CDS aprovaram uma norma abusiva que permite o voto por procuração dos deputados ausentes dos plenários. No limite podem estar todos os 23 deputados da oposição na sala e bastam um do PSD e outro do CDS, para garantir a vitória destes nas votações.

Gastar um milhão euros para apoiar a compra de 200 carros novos, para quem tiver 25.000 euros disponíveis faz algum sentido em plena pandemia, não há outras prioridades?

A promessa de proporcionar estacionametno gratuito aos profissionais do SESARAM esfumou-se

A MEO concentrou os operadores do centro de atendimento telefónico do Funchal num só piso em plena pandemia, quando deveria proporcionar maior distanciamento entre colegas de trabalho.

O PSD enganou bem os madeirenses com a questão do ferry, prometeu trazer de volta a ligação marítima de passageiros, lançou concursos internacionais, mas tudo não passou de uma encenação para no fim ficar tudo na mesma: deixar a Madeira refém do monopólio do grupo que controla o transporte de mercadorias e os portos ( os mais caros da Europa e sem pagar contrapartidas).

O Bloco está solidário com as medidas decididas pelo Governo Regional para conter a pandemia. Esta crise torna clara a importância fundamental do serviço público de saúde.

Estivadores na Caniçal sem equipamento de proteção, sem mascaras nem desinfetante, mas com ameaças na caso de se queixarem.

Passados dez anos há familias afetadas ainda sem ajuda, há guardas provisórias por reparar na ribeira João Gomes e há fatores de risco sobre os quais nada se fez. Entretanto milhões foram esbanjados em obras inúteis, como o cais 8 e a cobertura das muralhas.

É preocupante a instrumentalização da comunicação social pelos interesses económicos, a isenção e a pluralidade da informação ficam em causa, o que enfraquece a Democracia. 

Páginas