Algumas centenas de pessoas participaram na manifestação do 25 de Abril que se realizou, neste dia da Liberdade, no Funchal. O Bloco de Esquerda Madeira participou neste momento de celebração e de Luta contra todas as ameaças às portas que Abril abriu.

A coordenadora regional do Bloco de Esquerda na Madeira, Dina Letra, manifestou esta sexta-feira, 24 de abril, fortes críticas à decisão do presidente da Câmara Municipal do Funchal, Jorge Carvalho, de não promover uma cerimónia oficial evocativa do 25 de Abril.

O Bloco de Esquerda Madeira promoveu, neste sábado, uma ação de contacto com a população dedicada ao tema do custo de vida, defendendo medidas urgentes para aliviar o impacto da subida dos preços nos orçamentos familiares. A iniciativa contou com a intervenção de Dina Letra, coordenadora regional do partido, que apontou o PSD como principal responsável pela ausência de respostas concretas na Região. 

Diogo Teixeira foi eleito, neste domingo, para a Comissão Nacional de Jovens do Bloco de Esquerda numa Conferência Nacional desta estrutura que decorreu em Lisboa.

O responsável pela Comissão Regional de Jovens do Bloco de Esquerda Madeira, Francisco Pinto, acompanhado de Diogo Teixeira e Daniel Barros, participam na Conferência Nacional de Jovens do partido, que decorre em Lisboa até final do dia deste domingo, reunindo jovens militantes e dirigentes de todo o país.

A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira assinalou este sábado, 4 de abril, os 95 anos da Revolta da Madeira, evocando o movimento de 1931 como símbolo da resistência e exemplo de coragem popular. Num comunicado, os bloquistas sublinham que a efeméride “recorda a determinação de quem enfrentou a ditadura e defendeu a liberdade” e alertam para os perigos atuais representados pela ascensão das forças de extrema-direita.

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A habitação, por sua vez, transformou‑se num luxo. As rendas incomportáveis e os créditos inacessíveis empurram muitos jovens para a casa dos pais ou para soluções temporárias que implicam adiar projetos de vida.

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Defender a Autonomia, proteger a Constituição

A verdade é simples: não é a Constituição que impede o aprofundamento da Autonomia. A Constituição permite avançar mais. Permite reforçar competências, permite rever a Lei das Finanças Regionais, permite garantir os recursos que fazem falta ao desenvolvimento da Madeira e do Porto Santo. O que falta não é lei. O que falta é vontade política em Lisboa.

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