A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

Aqui fica, em discurso direto, o testemunho de vida de Maria Ganança, antiga sindicalista madeirense, ligada ao Sindicalismo e à militância na, então, União Democrática Popular (UDP) e no Bloco de Esquerda. Um vídeo da reportagem "Aqui há história" da RTP Madeira.

O Bloco de Esquerda integrou uma concentração de protesto contra as alterações à lei laboral, realizada no Funchal, promovida pela União dos Sindicatos da Madeira, afeta à CGTP. A referida concentração de trabalhadores e dirigentes sindicais, ocorre integrada na jornada de luta, promovida pela Intersindical Nacional, em todo o país.

O Bloco de Esquerda realizou, nesta sexta-feira, uma iniciativa pública junto ao Largo do Chafariz, no Funchal, para contestar o denominado pacote laboral proposto pelo Governo da República, que, na perspetiva do partido, contém medidas que prejudicam os direitos dos trabalhadores.

O Bloco de Esquerda Madeira manifestou “preocupação e profunda reserva” perante as notícias que confirmam o cancelamento do concurso público para o asfaltamento da Estrada das Ginjas, inicialmente orçado em 11,7 milhões de euros.

O Bloco de Esquerda realizou uma acção de contacto com trabalhadores da empresa Horários do Funchal, alertando para as razões pelas quais devemos lutar contra o Pacote Laboral, que o Governo da República quer impor a todos os trabalhadores do país,  num claro retrocesso dos direitos conquistados.

Páginas

Fernando Manuel Letra

Mudar tudo para que tudo fique na mesma

“Se queremos que tudo fique como está, é preciso que tudo mude.”
Tancredi Falconeri, em Il Gattopardo, de Giuseppe Tomasi di Lampedusa

A ilusão da renovação global

Vivemos um tempo de sobressalto permanente. Guerras que se prolongam, tensões geopolíticas que escalam e crises económicas cíclicas criam uma sensação de mudança constante. No entanto, por trás do ruído das novas tecnologias e das narrativas emergentes, habita uma inquietante familiaridade: estruturas de poder que se mantêm e decisões que seguem lógicas antigas. É o paradoxo do século XXI: mudar tudo para que tudo fique na mesma.

João Pedro Câmara

A esquerda e os Heróis do Trabalho

Eu sou de Santana, um ambiente pequeno, concelho de mais ou menos 6 mil pessoas, que como qualquer área um pouco mais rural e descentralizada, é constantemente estigmatizada, vista de fora como nada mais que um ambiente agrícola e conservador. Em parte, esta visão até tem a sua verdade, realmente temos uma grande quantidade de pessoas que tudo dá à terra e dela tudo recebe, e isso com muito orgulho!

Adere ao Bloco