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O hotel beneficiou de 2,5 M€ de fundos comunitários, no âmbito de um programa destinado a PME’s, apoios que deveriam ter como prioridade a diversificação da economia e não reforçar a peso o turismo que já tem dinâmica própria . Já os pequenos negócios não beneficiam desta benevolência e da ajuda das autoridades, não podem funcionar sem licença e nem têm financiamento do governo para formar o seu pessoal.

PSD e CDS vêm com a conversa mentirosa do medo da esquerda. Na verdade foram PSD e CDS quem cortou as pensões aos velhinhos, o abono de família às crianças, fizeram tantos pequenos negócios fechar, tantas famílias perder o emprego, a casa e ter de emigrar. PSD e CDS foram quem nos roubou o futuro.

Setenta meses de crescimento, segundo as estatísticas do GR, a taxa de desemprego mais baixa desde 2012, mas tanto estabelecimento por reabrir e dois mil candidatos para 20 vagas (na CMF), 200 dos quais licenciados, quando se exige o 12º ano. A realidade desmente as estatísticas e o discurso do Governo Regional. As pequenas empresas são quem cria a esmagadora maioria do emprego, no setor privado, mas as grandes é que têm toda a atenção e tratamento de favor e são quem manda no Governo.

Em que mundo vive Calado!? Diz que há falta de mão de obra e num concurso para 20 vagas apresentam-se mais de dois mil candidatos, cresce o número de beneficiários do RSI. Vive na fantasia ou toma-nos por parvos?

O museu do romantismo não atrai mais turistas, não resolve os problemas fundamentais que afetam o turismo - aeroporto e ligações aéreas - nã contribiu para diversificar a economia. É um capricho de Albuquerque, não precisamos de romantismo, precisamos sim de realismo.

O Bloco de Esquerda foi a festa da lapa, no Paul do Mar, defender o fim das licenças para os pescadores amadores. Paulino Ascenção lamenta e diz que "são os grandes infratores com quem o Governo deve preocupar-se".

A extração de inertes nos Socorridos é um escândalo que mostra quem manda na Madeira. As eleições são a oportunidade para romper com a subserviência do Governo a certos interesses privados, mas a mudança não se fará com quem está coligado esses mesmos interesses.

O Grupo Parlamentar do BE na Assembleia Legislativa da Madeira reuniu-se, nesta sexta-feira, com o Reitor e o Vice-Reitor da Universidade da Madeira, por solicitação daqueles responsáveis.

Tudo o que deitamos fora, na rua ou nas ribeiras, acaba no mar e boa parte é devolvida à praia. A Madeira deve ser pioneira em boas praticas ambientais, ao banir as embalagens descartáveis, ganhamos ao criar menos lixo, tornamo-nos mais atrativos para quem nos visita e protegemos a produção local da concorrência do exterior.

Maria Seifert Miranda, jurista do SESARAM, vê no Bloco a força que melhor defende o serviço público de saúde. A defesa de um serviço de saúde público de qualidade para todos é central no programa do BE, pois só um serviço público pode garantir cuidados de saúde para todos.

Em entrevista ao JM, o Coordenador do Bloco de Esquerda afirmou que está disponivel para uma geringonça na Madeira até porque considera que é importante que haja mudança. 

Foi no mês de Março 2018 que o grupo parlamentar do BE apresentou na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira um projeto que previa a implementação de Orçamento Participativo da Região Autónoma da Madeira. No mês seguinte, ou seja em Abril 2018, o PSD reprovou tal iniciativa parlamentar alegando a inutilidade da mesma.

Paulino Ascenção, aproveitou, a manhã de domingo para visitar a Feira do Gado do Porto Moniz e realçar a necessidade de um maior apoio à produção pecuária e agrícola regional, pois considera que "a Madeira está completamente dependente do exterior"

O Grupo Parlamentar do BE na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira manifesta a sua satisfação pelo cumprimento da resolução 11/2017/M, da autoria deste grupo parlamentar, aprovada por unanimidade no Parlamento madeirense, e que previa a integração da RTP Madeira e RTP Açores nas grelhas da Televisão Digital Terrestre (TDT), no continente e em ambas as Regiões Autónomas. A decisão da Assembleia da República, que dá cumprimento ao aprovado na Assembleia Legislativa da Madeira, possibilita que em todo o território português possam ser vistas, em sinal aberto, a RTP Madeira e a RTP Açores. Isso coloca importantes desafios aos centros de produção regional da RTP ao nível da modernização tecnológica e da valorização dos recursos humanos da rádio e televisão públicas na Madeira e nos Açores. Estes são, portanto, importantes desafios dos próximos governos, nacional e regional, e dos respetivos parlamentos.

"O Serviço Regional de Saúde está em 'coma' induzido pelo PSD, para favorecer os negócios privados".

A Madeira dispõe de poderes no âmbito da Autonomia e da Constituição que não usa. O PSD quer um modelo fiscal próprio, mas não faz uso do diferencial fiscal que a Lei já permite. O que a Catalunha quer, a Madeira já tem, mas não usa. ideias no debate Caminhos da Autonomia, com Miguel Silva Gouveia, Guida Vieira e Luis Fazenda.

As cirurgias em espera aumentaram de 15.000 para 20.000 neste mau Governo de Albuquerque. Há uma estratégia de rebentar com o serviço público de saúde e apresentar os privados como a salvação. A mudança que é preciso não pode premiar essa estratégia, há que investir no serviço público para que esta dê resposta cabal, encaminhar para o privado seria "dar o ouro ao bandido".

O Bloco de Esquerda está com os professores e vai acolher no manifesto eleitoral para as regionais todos os pontos do caderno reivindicativo elaborado pelo Sindicato dos Professores da Madeira.

O Bloco de Esquerda está preocupado com a evolução dos números do turismo na Madeira. A quebra no número de visitantes, o anúncio de novas unidades hoteleiras e de alojamento local, vão pressionar, por um lado, os salários para baixo e, por outro, os preços da habitação para cima, tornando a vida mais difícil para os madeirenses.

O SIADAP permite arbitrariedade das chefias na avaliação, promove o favoritismo e compadrio, se antes todos progrediam na carreira à mesma velocidade, agora é pior, quem tem valor fica para trás e os afilhados progridem mais depressa. O BE propõe um sistema democrático e transparente em que os trabalhadores da AP participem coletivamente na sua avaliação e na das chefias.

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