A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

Habitação, ambiente, serviços públicos, transparência e igualdade de género são as cinco áreas destacadas pelo Bloco na abertura da nova legislatura da Região. O partido promete ser “oposição combativa e coerente ao governo da maioria PSD/CDS/PAN.

A associação ambientalista Cosmos diz não entender "como é que um partido ligado à proteção da natureza pode apoiar um Governo que tem praticado na Região Autónoma da Madeira os mais vis e condenáveis atentados ambientais".

Sem maioria absoluta, Miguel Albuquerque disse que se demitia. Mas recuou na noite eleitoral e prepara um acordo com o PAN que permitirá ao PSD/Madeira ultrapassar a fasquia do meio século a governar a Região.

Nas eleições regionais deste domingo, a coligação entre PSD e CDS ficou aquém do patamar da maioria absoluta, o PS caiu fortemente e o Bloco de Esquerda voltou à Assembleia Regional madeirense. “Duas boas notícias”, diz Mariana Mortágua. Roberto Almada garante que será “oposição inflexível”.

No comício de encerramento da campanha para as eleições regionais do próximo domingo, Roberto Almada apelou ao voto no Bloco como a alternativa para haver uma oposição forte que defende quem trabalha e quem quer ter uma casa para viver na Madeira.

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Diogo Teixeira

Eles que comam golfe!

A nova obsessão do capitalismo madeirense parecem ser os campos de golfe. Toquem as cornetas e anunciem à população a solução para os problemas dos madeirenses e porto-santenses: a Madeira precisa de mais campos de golfe e o Porto Santo precisa de mais três ou quatro. Depois vemos se há sequer espaço para tanto campo numa ilha pequena e com falta de água, como o Porto Santo.

Sofia Souto

REDE na Madeira: cuidados não são um negócio

A pressão hospitalar na Madeira é estrutural: os internamentos aumentam, a referenciação para a Rede de Cuidados Continuados Integrados (REDE) fica aquém e as altas complexas retêm parte significativa das camas disponíveis. São sobretudo as pessoas idosas as mais afetadas. Este é um problema de continuidade de cuidados e de respostas sociais insuficientes. Sem respostas sociais de cuidados continuados, o hospital absorve tudo e responde a menos. 

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