A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

A campanha eleitoral do presidente do Governo Regional tem-se dividido entre inaugurações e comícios. Bloco defendeu esta segunda-feira o fim do Representante da República e o aprofundamento da autonomia.

O Bloco de Esquerda propõe que o Representante da República seja substituído por um Provedor da Autonomia, eleito por maioria de ⅔ da ALRAM. Com esta proposta acaba a autonomia tutelada e avança-se na autonomia e responsabilização dos órgãos democraticamente eleitos da Região.

Com a presença da coordenadora nacional, Mariana Mortágua, que este fim de semana participou em ações de campanha em 3 concelhos da Região, Funchal, Santa Cruz e Câmara de Lobos, e do Presidente do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda na Assembleia da República Pedro Filipe Soares, Roberto Almada apresentou este domingo uma proposta inovadora na área da mobilidade: transformar a Madeira na primeira região do país com transportes coletivos gratuitos. Esta é uma proposta de amplo alcance social e ambiental.

Este fim de semana, Mariana Mortágua, coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, estará na Madeira para participar numa série de iniciativas de campanha eleitoral do Bloco de Esquerda Madeira.

Com quase 4 mil estudantes, a Universidade da Madeira é a universidade do país com mais alunas e alunos carenciados. Mais de 42% são bolseiros, um percentagem que fica acima do dobro da média nacional (20%). Infelizmente, a bolsa atribuída à grande maioria paga pouco mais do que as propinas, impondo grandes sacrifícios aos estudantes e às suas famílias. 

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Sofia Souto

REDE na Madeira: cuidados não são um negócio

A pressão hospitalar na Madeira é estrutural: os internamentos aumentam, a referenciação para a Rede de Cuidados Continuados Integrados (REDE) fica aquém e as altas complexas retêm parte significativa das camas disponíveis. São sobretudo as pessoas idosas as mais afetadas. Este é um problema de continuidade de cuidados e de respostas sociais insuficientes. Sem respostas sociais de cuidados continuados, o hospital absorve tudo e responde a menos. 

Roberto Almada

A luta dos trabalhadores continua

A manifestação em várias cidades do país, convocada pela CGTP, no próximo dia 28 de fevereiro, acontece porque os trabalhadores estão perante uma ofensiva séria aos seus direitos. O governo quer mudar a lei laboral de forma a facilitar despedimentos, baixar indemnizações, aumentar contratos precários e voltar a permitir o banco de horas individual. Tudo isto empurra os salários para baixo e torna o trabalho mais instável.

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