Algumas centenas de pessoas participaram na manifestação do 25 de Abril que se realizou, neste dia da Liberdade, no Funchal. O Bloco de Esquerda Madeira participou neste momento de celebração e de Luta contra todas as ameaças às portas que Abril abriu.

O partido diz que a “orla costeira da cidade do Funchal está ocupada por hotéis ou o acesso à praia é pago” em muitos pontos. E teme que os empreendimentos de luxo que PSD/CDS estão a aprovar impeçam o acesso a mais esta praia.

No Funchal, o líder parlamentar bloquista juntou-se a Helder Spínola, o mandatário da candidatura do Bloco às eleições regionais, para denunciarem a falta de ordenamento que até agora tem vedado à população a fruição das zonas do litoral.

No próximo sábado, dia 22 de julho, Pedro Filipe Soares, Deputado do Bloco de Esquerda e Vice-Presidente da Comissão de Ambiente e Energia na Assembleia da República, estará na Madeira para participar num debate in loco sobre os problemas e desafios que afetam o litoral.

O professor na Universidade da Madeira, ex-deputado regional e ex-Presidente Nacional da Quercus, defende que a Madeira precisa de um projeto “comprometido com as causas sociais e ambientais” e que os deputados bloquistas garantem “trabalho competente, intenso e insistente”.

A deputada à Assembleia da República Joana Mortágua disse, este sábado de manhã, no Funchal, que “o regresso do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa Regional é uma necessidade para a Madeira” e uma garantia de defesa de causas progressistas, como a dos direitos da comunidade LGBT.

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A verdade é simples: não é a Constituição que impede o aprofundamento da Autonomia. A Constituição permite avançar mais. Permite reforçar competências, permite rever a Lei das Finanças Regionais, permite garantir os recursos que fazem falta ao desenvolvimento da Madeira e do Porto Santo. O que falta não é lei. O que falta é vontade política em Lisboa.

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