A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

O Bloco entregou um projeto de resolução que recomenda ao Governo Regional a imediata suspensão da construção do teleférico do Curral das Freiras.

Apesar de o eleitorado não ter dado a maioria absoluta ao PSD/CDS, a proposta de distribuição de deputados pelas comissões garante-lhes essa maioria. Deputado do Bloco votou contra.

O Bloco diz que “a Madeira não precisa de Bitcoin” e que “os negócios de ativos cripto estão a ser investigados internacionalmente por fraude e auxílio ao crime económico e têm deixado um rasto de lesados em todo o mundo”.

Habitação, ambiente, serviços públicos, transparência e igualdade de género são as cinco áreas destacadas pelo Bloco na abertura da nova legislatura da Região. O partido promete ser “oposição combativa e coerente ao governo da maioria PSD/CDS/PAN.

A associação ambientalista Cosmos diz não entender "como é que um partido ligado à proteção da natureza pode apoiar um Governo que tem praticado na Região Autónoma da Madeira os mais vis e condenáveis atentados ambientais".

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Sofia Souto

REDE na Madeira: cuidados não são um negócio

A pressão hospitalar na Madeira é estrutural: os internamentos aumentam, a referenciação para a Rede de Cuidados Continuados Integrados (REDE) fica aquém e as altas complexas retêm parte significativa das camas disponíveis. São sobretudo as pessoas idosas as mais afetadas. Este é um problema de continuidade de cuidados e de respostas sociais insuficientes. Sem respostas sociais de cuidados continuados, o hospital absorve tudo e responde a menos. 

Roberto Almada

A luta dos trabalhadores continua

A manifestação em várias cidades do país, convocada pela CGTP, no próximo dia 28 de fevereiro, acontece porque os trabalhadores estão perante uma ofensiva séria aos seus direitos. O governo quer mudar a lei laboral de forma a facilitar despedimentos, baixar indemnizações, aumentar contratos precários e voltar a permitir o banco de horas individual. Tudo isto empurra os salários para baixo e torna o trabalho mais instável.

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