A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

Que esta proposta avançada pelo PSD sirva para que os partidos satélite dos sociais-democratas no Parlamento - CDS, PAN e IL -puxem o tapete a quem os quer correr da Assembleia, fazendo cair este governo e obrigando à realização de novas eleições regionais, ainda com a atual Lei Eleitoral. 

O Bloco de Esquerda denunciou este sábado, 27 de Julho, a situação grave em que se encontra o Lar da Bela Vista.

Porto Santo, uma ilha que fica com o acesso muito limitado em janeiro, onde a pouca água que existe é utilizada para regar o campo de golfe que vai ter um aumento da sua área. Terá agora o tão desejado mini-hospital que quando foi proposto há 20 anos pelo Bloco, apelidaram-na como uma proposta de malucos.

No comício de campanha no Funchal, Roberto Almada defendeu que a mudança política na Madeira não pode passar pelos que hoje estão ao lado de Albuquerque no Governo. Mariana Mortágua acusou Montenegro de querer exportar o modelo económico “desastroso” da Região para o resto do país.

O Bloco reuniu com uma delegação da Associação Nacional de Professores que trouxe várias preocupações à discussão.

Páginas

Diogo Teixeira

Eles que comam golfe!

A nova obsessão do capitalismo madeirense parecem ser os campos de golfe. Toquem as cornetas e anunciem à população a solução para os problemas dos madeirenses e porto-santenses: a Madeira precisa de mais campos de golfe e o Porto Santo precisa de mais três ou quatro. Depois vemos se há sequer espaço para tanto campo numa ilha pequena e com falta de água, como o Porto Santo.

Sofia Souto

REDE na Madeira: cuidados não são um negócio

A pressão hospitalar na Madeira é estrutural: os internamentos aumentam, a referenciação para a Rede de Cuidados Continuados Integrados (REDE) fica aquém e as altas complexas retêm parte significativa das camas disponíveis. São sobretudo as pessoas idosas as mais afetadas. Este é um problema de continuidade de cuidados e de respostas sociais insuficientes. Sem respostas sociais de cuidados continuados, o hospital absorve tudo e responde a menos. 

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