A Comissão Coordenadora Regional do Bloco de Esquerda Madeira abriu o Processo para a realização da XIª Convenção Regional cuja sessão final se realizará no dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Funchal (local a designar oportunamente). Além da eleição da nova Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira será eleita, também a Comissão Coordenadora Regional de Jovens do BE Madeira.

 

Economista e fundador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, participa, este sábado, 2 de setembro, na sessão pública de apresentação do programa eleitoral da candidatura do partido às eleições regionais. Sessão contará ainda com as intervenções do mandatário Hélder Spínola e dos candidatos Roberto Almada e Dina Letra.

Candidato às legislativas regionais da Madeira frisa que o Bloco faz falta no Parlamento porque é “necessária uma oposição forte, sem medo de denunciar os negócios que enriquecem alguns à conta do empobrecimento da Região”, e que se bate “pelos direitos e respeito devidos a todas as pessoas”.

O partido diz que a “orla costeira da cidade do Funchal está ocupada por hotéis ou o acesso à praia é pago” em muitos pontos. E teme que os empreendimentos de luxo que PSD/CDS estão a aprovar impeçam o acesso a mais esta praia.

No Funchal, o líder parlamentar bloquista juntou-se a Helder Spínola, o mandatário da candidatura do Bloco às eleições regionais, para denunciarem a falta de ordenamento que até agora tem vedado à população a fruição das zonas do litoral.

No próximo sábado, dia 22 de julho, Pedro Filipe Soares, Deputado do Bloco de Esquerda e Vice-Presidente da Comissão de Ambiente e Energia na Assembleia da República, estará na Madeira para participar num debate in loco sobre os problemas e desafios que afetam o litoral.

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Sofia Souto

REDE na Madeira: cuidados não são um negócio

A pressão hospitalar na Madeira é estrutural: os internamentos aumentam, a referenciação para a Rede de Cuidados Continuados Integrados (REDE) fica aquém e as altas complexas retêm parte significativa das camas disponíveis. São sobretudo as pessoas idosas as mais afetadas. Este é um problema de continuidade de cuidados e de respostas sociais insuficientes. Sem respostas sociais de cuidados continuados, o hospital absorve tudo e responde a menos. 

Roberto Almada

A luta dos trabalhadores continua

A manifestação em várias cidades do país, convocada pela CGTP, no próximo dia 28 de fevereiro, acontece porque os trabalhadores estão perante uma ofensiva séria aos seus direitos. O governo quer mudar a lei laboral de forma a facilitar despedimentos, baixar indemnizações, aumentar contratos precários e voltar a permitir o banco de horas individual. Tudo isto empurra os salários para baixo e torna o trabalho mais instável.

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