O The Left, Grupo da Esquerda no Parlamento Europeu, e a Juventude do Bloco de Esquerda Madeira, levaram a cabo o "Acantonamento Autonomia" que juntou vários jovens madeirenses e vindos de várias regiões de Portugal. Francisco Pinto, coordenador dos Jovens do Bloco de Esquerda da Madeira, afirmou que os próximos 50 anos de autonomia devem ser marcados por uma maior participação juvenil e por respostas concretas aos problemas da habitação, da educação e do emprego.

O professor na Universidade da Madeira, ex-deputado regional e ex-Presidente Nacional da Quercus, defende que a Madeira precisa de um projeto “comprometido com as causas sociais e ambientais” e que os deputados bloquistas garantem “trabalho competente, intenso e insistente”.

A deputada à Assembleia da República Joana Mortágua disse, este sábado de manhã, no Funchal, que “o regresso do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa Regional é uma necessidade para a Madeira” e uma garantia de defesa de causas progressistas, como a dos direitos da comunidade LGBT.

A deputada da Assembleia da República Joana Mortágua desloca-se à Região Autónoma da Madeira este sábado, 8 de julho, para apoiar a campanha do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.

Conferência organizada pelo Bloco e o grupo parlamentar europeu da Esquerda trouxe ao Funchal o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional do Parlamento Europeu. Roberto Almada defendeu a utilização dos fundos para que a coesão "se faça sentir no dia a dia" das pessoas.

Roberto Almada afirma que não vai fazer campanha em função dos outros e que o Bloco de Esquerda nunca irá apoiar "um governo de Miguel Albuquerque, um governo de direita". Esta é a reacção do candidato bloquista às eleições regionais deste ano à sondagem que hoje faz manchete na edição impressa do DIÁRIO e que dá como certo o regresso do Bloco ao parlamento regional.
 

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Guida Vieira
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Estamos para acabar o Mundial, enquanto escrevo isto Portugal já voltou para casa depois de exibições dececionantes, e aproximam-se uns quartos de final cheios de surpresas e, esperemos nós, um futebol muito bonito de se ver, com histórias novas e que fiquem para a história, porque caso contrário este mundial irá ficar marcado como aquele onde um presidente de um país sede, ligou à entidade máxima do futebol para que o seu jogador estrela tivesse a sua suspensão revertida, e mais, ficará marcado como o mundial onde um dos países sede fez de tudo para desfavorecer, humilhar e rebaixar outras nações que como quaisquer outras queriam entrar naquele território com apenas uma coisa em mente, jogar e trazer felicidade à sua nação.

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