O The Left, Grupo da Esquerda no Parlamento Europeu, e a Juventude do Bloco de Esquerda Madeira, levaram a cabo o "Acantonamento Autonomia" que juntou vários jovens madeirenses e vindos de várias regiões de Portugal. Francisco Pinto, coordenador dos Jovens do Bloco de Esquerda da Madeira, afirmou que os próximos 50 anos de autonomia devem ser marcados por uma maior participação juvenil e por respostas concretas aos problemas da habitação, da educação e do emprego.

Economista e fundador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, participa, este sábado, 2 de setembro, na sessão pública de apresentação do programa eleitoral da candidatura do partido às eleições regionais. Sessão contará ainda com as intervenções do mandatário Hélder Spínola e dos candidatos Roberto Almada e Dina Letra.

Candidato às legislativas regionais da Madeira frisa que o Bloco faz falta no Parlamento porque é “necessária uma oposição forte, sem medo de denunciar os negócios que enriquecem alguns à conta do empobrecimento da Região”, e que se bate “pelos direitos e respeito devidos a todas as pessoas”.

O partido diz que a “orla costeira da cidade do Funchal está ocupada por hotéis ou o acesso à praia é pago” em muitos pontos. E teme que os empreendimentos de luxo que PSD/CDS estão a aprovar impeçam o acesso a mais esta praia.

No Funchal, o líder parlamentar bloquista juntou-se a Helder Spínola, o mandatário da candidatura do Bloco às eleições regionais, para denunciarem a falta de ordenamento que até agora tem vedado à população a fruição das zonas do litoral.

No próximo sábado, dia 22 de julho, Pedro Filipe Soares, Deputado do Bloco de Esquerda e Vice-Presidente da Comissão de Ambiente e Energia na Assembleia da República, estará na Madeira para participar num debate in loco sobre os problemas e desafios que afetam o litoral.

Páginas

Guida Vieira
Guida Vieira

Estrangeiros na nossa própria terra

O grande crescimento descontrolado do turismo sem o aumento das infraestruturas necessárias de acolhimento faz com que muitas vezes nos sentimos estrageiros na nossa própria terra.

João Pedro Câmara

O campo como trincheira política: futebol, poder e a farsa da neutralidade

Estamos para acabar o Mundial, enquanto escrevo isto Portugal já voltou para casa depois de exibições dececionantes, e aproximam-se uns quartos de final cheios de surpresas e, esperemos nós, um futebol muito bonito de se ver, com histórias novas e que fiquem para a história, porque caso contrário este mundial irá ficar marcado como aquele onde um presidente de um país sede, ligou à entidade máxima do futebol para que o seu jogador estrela tivesse a sua suspensão revertida, e mais, ficará marcado como o mundial onde um dos países sede fez de tudo para desfavorecer, humilhar e rebaixar outras nações que como quaisquer outras queriam entrar naquele território com apenas uma coisa em mente, jogar e trazer felicidade à sua nação.

Adere ao Bloco