Nos termos do Regulamento da XIª Convenção Regional do BE Madeira, cuja Sessão Final se realiza no próximo dia 29 de março de 2026, a partir das 14 horas, no Hotel Porto Santa Maria (Zona Velha do Funchal), deu entrada uma Moção de Orientação Política associada a uma única lista candidata à Comissão Coordenadora Regional do BE Madeira. A Moção e a Lista apresentadas têm como primeiro nome Dina Letra, que volta a ser recandidata à coordenação regional do partido. Deu, igualmente, entrada uma Lista/Moção candidata à Comissão Regional de Jovens que tem como primeiro subscritor/candidato, Francisco Pinto.

O professor na Universidade da Madeira, ex-deputado regional e ex-Presidente Nacional da Quercus, defende que a Madeira precisa de um projeto “comprometido com as causas sociais e ambientais” e que os deputados bloquistas garantem “trabalho competente, intenso e insistente”.

A deputada à Assembleia da República Joana Mortágua disse, este sábado de manhã, no Funchal, que “o regresso do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa Regional é uma necessidade para a Madeira” e uma garantia de defesa de causas progressistas, como a dos direitos da comunidade LGBT.

A deputada da Assembleia da República Joana Mortágua desloca-se à Região Autónoma da Madeira este sábado, 8 de julho, para apoiar a campanha do Bloco de Esquerda à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira.

Conferência organizada pelo Bloco e o grupo parlamentar europeu da Esquerda trouxe ao Funchal o presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional do Parlamento Europeu. Roberto Almada defendeu a utilização dos fundos para que a coesão "se faça sentir no dia a dia" das pessoas.

Roberto Almada afirma que não vai fazer campanha em função dos outros e que o Bloco de Esquerda nunca irá apoiar "um governo de Miguel Albuquerque, um governo de direita". Esta é a reacção do candidato bloquista às eleições regionais deste ano à sondagem que hoje faz manchete na edição impressa do DIÁRIO e que dá como certo o regresso do Bloco ao parlamento regional.
 

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O dia 8 de março, em que se assinala o Dia Internacional da Mulher, é muitas vezes utilizado, e bem, para recordar as situações de desigualdade que ainda persistem em pleno século XXI, não só na Madeira, mas um pouco por todo o mundo. É também um momento em que olhamos com maior atenção para o drama da violência doméstica, que continua a atingir tantas famílias na nossa Região e no país, tendo quase sempre como principais vítimas as mulheres e as crianças.

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