O Bloco de Esquerda (BE) Madeira vai lançar as “Conferências Paulo Martins”, uma iniciativa que pretende criar espaços de reflexão e debate sobre temas centrais da atualidade política e social. A primeira sessão está agendada para o próximo dia 27 de junho, assinalando os 50 anos das primeiras eleições regionais na Madeira, nas quais Paulo Martins foi eleito deputado pela primeira vez, data que coincide também com o seu aniversário natalício.

Na Feira do Santo da Serra, Catarina Martins falou do aumento dos preços e dos salários “mais baixos” na região autónoma. Na habitação fazem-se “casas para os magnatas ricos que venham de outros países” mas “quem cá trabalha” não consegue ter casa. Razões de sobra para fazer voltar a voz do Bloco ao parlamento regional.

O Bloco apresenta-se às eleições da Madeira deste ano criticando o governo regional por não tomar as medidas necessárias para proteger” as populações da crise e por normalizar “a extrema-direita racista, xenófoba e homofóbica”.

No âmbito das Comemorações do 49.° aniversário do 25 de Abril, o Bloco de Esquerda Madeira promoveu hoje um debate com a presença de Luís Fazenda, co-fundador e ex-deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia da República, e com Henrique Sampaio, jornalista do jornal Comércio do Funchal, já extinto, e um dos co-organizadores da manifestação do 1.° de Maio de 1974.

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João Pedro Câmara

A Autonomia voltou. Vem desfrutar dela!

Sim, já a temos há 50 anos, e é razão de orgulho para todo e qualquer madeirense! A Autonomia é das coisas mais lindas e importantes deste nosso cantinho do céu que é a Madeira, e é precisamente por isso que demos o nome desta conquista tão nossa ao acantonamento dos Jovens do Bloco Madeira, que se irá realizar pelo segundo ano consecutivo no Arco de São Jorge, Santana, de 14 a 17 de agosto.

Roberto Almada

Greve Geral: parar para resistir

Há momentos em que um país tem de decidir de que lado quer estar. Do lado de quem trabalha e produz riqueza ou do lado de quem vê os trabalhadores apenas como números descartáveis numa folha de Excel. O chamado novo pacote laboral que o Governo prepara representa precisamente essa escolha.

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