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O Bloco de Esquerda considera o teleférico do Monte um “negócio fabuloso”

O Bloco de Esquerda contesta os lucros excessivos da Via Litoral, no valor de 50 milhões de euros, verificados em 2018, e defende o fim da concessão com o Governo Regional.

Paulino Ascenção, coordenador Regional do BE, não concorda que o Governo Regional pague 50 milhões a mais do que o necessário para a manutenção das vias que foram objecto da concessão, por entender que o montante pode ser poupado se a manutenção for assegurada pelos serviços do Governo.

Daí que proponha o fim desta concessão para poupar 50 milhões anuais que fazem muita falta no serviço regional de saúde ou na escola pública, salientou, considerando que os madeirenses devem refletir como é possível fazer uma concessão em condições tão ruinosas para a Região.

Esta concessão não passa de um esquema de enriquecimento dos accionistas da Via Litoral, que são os principais empreiteiros da Madeira, que lucraram com a construção da via rápida e depois com a sua concessão, sendo uma engenharia financeira encapotada feita pelo Governo Regional que não passa de um roubo aos madeirenses.

O hotel beneficiou de 2,5 M€ de fundos comunitários, no âmbito de um programa destinado a PME’s, apoios que deveriam ter como prioridade a diversificação da economia e não reforçar a peso o turismo que já tem dinâmica própria . Já os pequenos negócios não beneficiam desta benevolência e da ajuda das autoridades, não podem funcionar sem licença e nem têm financiamento do governo para formar o seu pessoal.

PSD e CDS vêm com a conversa mentirosa do medo da esquerda. Na verdade foram PSD e CDS quem cortou as pensões aos velhinhos, o abono de família às crianças, fizeram tantos pequenos negócios fechar, tantas famílias perder o emprego, a casa e ter de emigrar. PSD e CDS foram quem nos roubou o futuro.

Setenta meses de crescimento, segundo as estatísticas do GR, a taxa de desemprego mais baixa desde 2012, mas tanto estabelecimento por reabrir e dois mil candidatos para 20 vagas (na CMF), 200 dos quais licenciados, quando se exige o 12º ano. A realidade desmente as estatísticas e o discurso do Governo Regional. As pequenas empresas são quem cria a esmagadora maioria do emprego, no setor privado, mas as grandes é que têm toda a atenção e tratamento de favor e são quem manda no Governo.

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