Europa tem de se virar para as pessoas e não para os interesses económicos dominantes. É necessário eleger mais deputados do Bloco, para inverter o consenso do bloco central dos interesses, para uma nova política que procure uma verdadeira coesão e convergência do nível de vida na Europa.

O valor de 40 euros para os passes na Madeira não está a ser cumprido, o combinado urbano com interurbano custa 62 euros, 55% acima do anunciado. Isto deve ser corrigido, a Autonomia não existe para os madeirenses serem pior servidos.

O edifício onde funcionou, durante alguns anos, o Centro Educativo da Região Autónoma da Madeira encontra-se, neste momento, desativado e sem qualquer uso ou utilidade. Este edifício, destinado a albergar menores condenados pela prática de crimes com molduras penais de alguma gravidade, foi uma reivindicação de todos os que, na Região Autónoma da Madeira, lutavam pelo cumprimento do princípio da Proximidade, princípio fundamental da Lei Tutelar Educativa. 

A proteção do Ambiente é um obstáculo aos lucros privados. Os governos são submissos e aos interesses e sacrificam o futuro. Face às alterações climáticas, os milhões anunciados para o calhau de S. Vicente e  para os Reis Magos, são um disparate, são milhões atirados ao mar. O compromisso do Bloco é com a proteção do ambiente com o futuro.

O Governo Regional em parceria com o grupo Sousa fazem gato-sapato dos madeirenses. E o PS ajuda à farsa com a manobra de diversão de apontar Lisboa como o destino da ligação ferry, em alternativa a Portimão

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