Em 2013, o Funchal respirou uma lufada de ar fresco democrático. O Bloco de Esquerda orgulha-se de ter construído conjuntamente esse caminho, integrado numa Coligação de partidos que quis preservar e celebrar o 25 de Abril.

Sintomático que volvidos oito anos, e após o regresso ao poder do PSD, a Câmara do Funchal feche as portas à LIBERDADE.

Em 2019, uma auditoria do Tribunal de Contas, ao período compreendido entre 2013 e 2015, detectou a prescrição de diversos processos da execução fiscal que lesaram os cofres do Estado em 3,9 milhões de euros. Ficámos a saber que tal se deveu a uma série de falhas ou incúria nos procedimentos, bem como que a dívida para com a Segurança Social atingia, no final de 2015, os 266 milhões de euros. 

O domínio do PSD-M é quase absoluto; tem o PRR para distribuir pelos mesmos de sempre; a economia e os investimentos estão nas mãos de 4 ou 5 grupos económicos que cresceram na sombra do Governo regional e do erário público.

O Bloco de Esquerda assinalou esta manhã o 25 de Abril com uma concentração na Praça do Município, no Funchal, onde partilhamos canções e poemas que Abril nos deu e que foram maiores que o lápis azul da censura.

Além da crítica ao projeto de pavimentação e pouca credibilidade do estudo de impacte ambiental já referida por várias organizações, os eurodeputados denunciam a recusa de diálogo por parte do executivo regional

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