Setenta meses de crescimento, segundo as estatísticas do GR, a taxa de desemprego mais baixa desde 2012, mas tanto estabelecimento por reabrir e dois mil candidatos para 20 vagas (na CMF), 200 dos quais licenciados, quando se exige o 12º ano. A realidade desmente as estatísticas e o discurso do Governo Regional. As pequenas empresas são quem cria a esmagadora maioria do emprego, no setor privado, mas as grandes é que têm toda a atenção e tratamento de favor e são quem manda no Governo.

A reflorestação deve ser uma prioridade e contemplar a plantação de espécies endógenas nas áreas ardidas e o combate às espécies invasoras. A reflorestação é fundamental para aumentar a resistência aos fogos florestais, melhorar a estabilidade dos solos, a segurança nas vias rodoviárias e das habitações no sopé das escarpas, para a captação de água e proteger a biodiversidade.

Em que mundo vive Calado!? Diz que há falta de mão de obra e num concurso para 20 vagas apresentam-se mais de dois mil candidatos, cresce o número de beneficiários do RSI. Vive na fantasia ou toma-nos por parvos?

O museu do romantismo não atrai mais turistas, não resolve os problemas fundamentais que afetam o turismo - aeroporto e ligações aéreas - nã contribiu para diversificar a economia. É um capricho de Albuquerque, não precisamos de romantismo, precisamos sim de realismo.

Depois de ter enterrado a Autonomia na dívida oculta, Jardim vem, qual morto-vivo, clamar contra a ameaça externa de Lisboa. O inimigo está cá dentro e foi ele quem o criou e alimentou, ele mesmo é o rosto do inimigo que importa derrotar em setembro!

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