Os transportes públicos são caros na Madeira, há quem gaste um terço do ordenado em passes - isto é pagar para trabalhar. O Governo Regional está preocupado com os lucros dos donos dos operadores privados e não com os utentes e trabalhadores. Os serviços públicos existem para satisfazer os seus utentes e não as expetativas de lucro dos agentes privados.

Basta de testes do PSD, basta de “brincadeiras” com o dinheiro dos contribuintes, de iniciativas que servem só para alimentar os interesses dos lobis e que prejudicam o povo. A Madeira precisa de um governo que governe para o povo e não para os lobis e esse é o compromisso do Bloco de Esquerda.

Albuquerque imita Maduro: perante o desastre da sua governação atira as culpas para a oposição e para o inimigo externo.

O Governo Regional, que tutela a EEM, quer que os trabalhadores do setor da eletricidade na Madeira sejam mais pobres que os seus congéneres do continente. Não tem consciência que o custo de vida na Madeira é mais alto e que a haver diferença salarial deveria ser de sinal contrário.

O Bloco afirma-se com propostas claras, na defesa dos serviços públicos e em rotura com a subordinação aos interesses privados. O PS é a alternância sem alternativa real, fomenta uma bipolarização fulanizada sem propostas claras, sem a rotura necessária com os interesses instalados. A bipolarização estreita a democracia e a fulanização reduz as eleições a um concurso de “mister Madeira”.

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