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O deputado do Bloco de Esquerda à Assembleia da República, Fabian Figueiredo, afirmou esta sexta-feira que a Autonomia da Madeira e dos Açores representa uma das maiores conquistas da democracia portuguesa, sustentando que "a autonomia ensinou Portugal a confiar na sua gente" e contribuiu para um país "mais forte quando não se divide".

O Bloco de Esquerda (BE) Madeira, em conjunto com o The Left, Grupo da Esquerda no Parlamento Europeu, vão lançar as “Conferências Paulo Martins”, uma iniciativa que pretende criar espaços de reflexão e debate sobre temas centrais da atualidade política e social. A primeira sessão está agendada para o próximo dia 27 de junho, assinalando os 50 anos das primeiras eleições regionais na Madeira, nas quais Paulo Martins foi eleito deputado pela primeira vez, data que coincide também com o seu aniversário natalício. Catarina Martins, Eurodeputada eleita pelo BE refere que "Paulo Martins foi um construtor da Autonomia e defensor da Democracia", acrescentando que "no momento em que a UE se prepara para fragilizar ainda mais as Regiões Ultraperiféricas, o The Left associa-se a estas novas conferências num compromisso forte com a coesão e o respeito pelas Autonomias".

O Bloco de Esquerda (BE) realizou uma ação de contacto com a população no Bairro de Santa Maria, no Funchal, centrada no aumento do custo de vida e no desfasamento face aos rendimentos das famílias. A iniciativa incluiu a distribuição de um panfleto onde o partido alerta para a subida dos preços dos bens essenciais sem correspondência nos salários e pensões.

* Foto: USAM

O Bloco de Esquerda Madeira participou na concentração de trabalhadores, junto à Assembleia Legislativa da Madeira, no dia da Greve Geral convocada pela CGTP-IN. Várias centenas de trabalhadores em Greve exigiram a queda do Pacote Laboral e aprovaram uma Moção proposta pela União dos Sindicatos da Madeira.

O Bloco de Esquerda Madeira esteve hoje junto ao Mercado dos Lavradores, no Funchal, numa iniciativa de contacto com a população centrada nas alterações à lei laboral em discussão na Assembleia da República. A porta-voz da ação, Dina Letra, coordenadora regional do partido, afirmou que o que está em cima da mesa representa um “ataque brutal ao direito do trabalho” e uma forte desvalorização dos salários e das condições de vida dos trabalhadores.

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