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O passe de 40 euros deve permitir viajar em toda a ilha, o passe família, 80 euros para todo o agregado familiar, deve chegar à Madeira. Os madeirenses têm os mesmos direitos que os portugueses do continente e não devem pagar mais pelos transportes públicos.

O Governo Regional deixe de desculpar-se com os problemas dos serviços de saúde no continente, olhe as boas práticas da República e replique-as na Madeira, publique as listas dos grandes devedores ao Fisco e à Segurança Social.

Europa tem de se virar para as pessoas e não para os interesses económicos dominantes. É necessário eleger mais deputados do Bloco, para inverter o consenso do bloco central dos interesses, para uma nova política que procure uma verdadeira coesão e convergência do nível de vida na Europa.

O valor de 40 euros para os passes na Madeira não está a ser cumprido, o combinado urbano com interurbano custa 62 euros, 55% acima do anunciado. Isto deve ser corrigido, a Autonomia não existe para os madeirenses serem pior servidos.

O edifício onde funcionou, durante alguns anos, o Centro Educativo da Região Autónoma da Madeira encontra-se, neste momento, desativado e sem qualquer uso ou utilidade. Este edifício, destinado a albergar menores condenados pela prática de crimes com molduras penais de alguma gravidade, foi uma reivindicação de todos os que, na Região Autónoma da Madeira, lutavam pelo cumprimento do princípio da Proximidade, princípio fundamental da Lei Tutelar Educativa. 

A proteção do Ambiente é um obstáculo aos lucros privados. Os governos são submissos e aos interesses e sacrificam o futuro. Face às alterações climáticas, os milhões anunciados para o calhau de S. Vicente e  para os Reis Magos, são um disparate, são milhões atirados ao mar. O compromisso do Bloco é com a proteção do ambiente com o futuro.

O Governo Regional em parceria com o grupo Sousa fazem gato-sapato dos madeirenses. E o PS ajuda à farsa com a manobra de diversão de apontar Lisboa como o destino da ligação ferry, em alternativa a Portimão

Os resultados do CINM em 2018 mostram duas grandes fragilidades: a grande variabilidade da atividade, e o diminuto impacto na criação de emprego. A gestão privada não se foca na criação de emprego, mas sim em dar lucros fáceis aos accionistas.

Estamos a três meses do verão e não é possível ainda reservar viagens no ferry para o continente. Há um ano atrás o havia a incerteza do atraso do concurso, se haveria interessados, mas agora temos contrato adjudicado para três anos e não há interesse nem do Governo Regional, nem do adjudicatário privado em cumpri-lo.

A instrução por sua vez é mercantilista, utilitária, muito virada para a competitividade e para o proveito imediato que dela se possa retirar e esquece o lado humano dos alunos. A formação deverá ser mais humanista, e promover a inteligência emocional dos jovens. A violência decorre da dificuldade em lidar com as emoções.

O Bloco esteve presente na celebração do dia da freguesia de São Martinho, celebrado no Cais do Carvão no domingo passado.

Os transportes são um fator importante na vida das pessoas, consomem uma fatia relevante do rendimento mensal e do tempo disponível. Quanto mais baratos e mais rápidos, melhor para o bem estar e felicidade de quem trabalha.

Os funcionários públicos têm servido de saco de pancada a quem são assacadas as culpas da crise, mesmo quando é notório que as causas centrais da crise estão os desmandos da banca privada, a especulação imobiliária e a corrupção que medra em torno destas atividades.

O PSD faz fretes ao CDS, ao aprovar as suas propostas dos cuidadores informais e dos passes sociais, um sinal claro de que já se entenderam para depois das eleições regionais de setembro.

O dirigente regional ocupa a sétima posição na lista do Bloco de Esquerda ao Parlamento Europeu.

 

No dia dos namorados e da amizade o Bloco de Esquerda promoveu, junto á Escola Jaime Moniz, uma ação de sensibilização sobre a violência no namoro, através da distribuição de marcadores para livros com frases alusivas e a colocação de cartazes junto a escola com os dizeres “STOP violência no namoro".

São anunciados projetos de zonas tampão para travar o avanço dos fogos, milhões para aquisição de terrenos, mas falta o essencial, gerir o coberto florestal, combater as espécies altamente combustíveis e promover as espécies mais resistentes.

É necessária uma nova revolta do Povo da Madeira (pacífica, através do voto) pelo fim dos monopólios, pelo fim dos privilégios de alguns a quem tudo é permitido, por maior justiça social.

Os sinais vindos do PS não são de mudança, mas sim de continuidade da política do PSD de subserviência aos privados, de proteção ao monopólio que asfixia a economia regional e encarece o custo de vida dos madeirenses. A ministra do Mar deve clarificar porque mudou de opinião sobre o ferry, agora apoia o que antes não lhe interessava.

O transporte de passageiros em porta-contentores não afasta a necessidade do ferry o ano inteiro. O anuncio deste serviço é uma fantochada para o monopólio continuar a defender-se, PSD e PS devem clarificar se estão ao lado do interesse publico ou vão continuar a proteger o monopólio.

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