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No dia dos namorados e da amizade o Bloco de Esquerda promoveu, junto á Escola Jaime Moniz, uma ação de sensibilização sobre a violência no namoro, através da distribuição de marcadores para livros com frases alusivas e a colocação de cartazes junto a escola com os dizeres “STOP violência no namoro".

São anunciados projetos de zonas tampão para travar o avanço dos fogos, milhões para aquisição de terrenos, mas falta o essencial, gerir o coberto florestal, combater as espécies altamente combustíveis e promover as espécies mais resistentes.

É necessária uma nova revolta do Povo da Madeira (pacífica, através do voto) pelo fim dos monopólios, pelo fim dos privilégios de alguns a quem tudo é permitido, por maior justiça social.

Os sinais vindos do PS não são de mudança, mas sim de continuidade da política do PSD de subserviência aos privados, de proteção ao monopólio que asfixia a economia regional e encarece o custo de vida dos madeirenses. A ministra do Mar deve clarificar porque mudou de opinião sobre o ferry, agora apoia o que antes não lhe interessava.

O transporte de passageiros em porta-contentores não afasta a necessidade do ferry o ano inteiro. O anuncio deste serviço é uma fantochada para o monopólio continuar a defender-se, PSD e PS devem clarificar se estão ao lado do interesse publico ou vão continuar a proteger o monopólio.

O Governo Regional ofende a nossa inteligência ao atribuir mais 20 milhões para um estádio, quando na saúde os edificios estão degradados, os equipamentos avariados e faltam profissionais em todos os níveis. A prática de desporto por todos é importante para termos uma população mais saudável, já o desporto profissional é um negócio de milhões que não justifica os ajudas que recebe do Governo.

Surgem notícias falsas sobre roturas no abastecimento de bens à Madeira, responsabilizando a greve dos estivadores. O maior perigo é haver rotura por capricho dos patrões, que controlam toda a cadeia de abastecimento. O Governo Regional mostra-se agachado e submisso, o PS não se define se vai defender o interesse geral ou vai continuar a alimentar o monopólio.

Luísa Santos foi eleita para a comissão Política nacional do Bloco de Esquerda, é a primeira vez que este órgão do partido conta com um representante da Madeira

Recusamos a responsabilização dos trabalhadores por eventuais falhas nos abastecimentos, a responsabilidade é das entidades patronais que atropelam a Lei, não respeitam os direitos dos trabalhadores em nome da sua insaciável ganância pelo lucro. O Porto do Caniçal funciona como um “off-shore” laboral e isso não pode continuar.

O Governo Regional, que se diz tão autonomista, adjudicou a uma empresa de sondagens de Lisboa a realização de uma “avaliação da realidade social, cultural e económica dos municípios” da Madeira. Isto é uma afronta e um atestado de incompetência à Universidade da Madeira, à Direção Regional de Estatística e, indiretamente, ao próprio Governo Regional que tutela a DRE.

O Governo Regional anunciou a entrega de mais um pacote de mais alguns milhões de euros ás empresas regionais no âmbito do programa de incentivos para subsidiar custos de funcionamento das empresas. Paulino Ascenção foi o porta-voz da constestação desta decisão.

Paulino Ascenção, coordenador do BE Madeira, está contra a construção da piscina natural nos Reis Magos, tendo afirmado que “serão mais milhões atirados ao mar”.

O Bloco de Esquerda deslocou-se junto ao hospital para denunciar o atraso escandaloso nas cirurgias pediátricas.

O Coordenador do BE, Paulino Ascenção, é da opinião de que a empresa pública deveria gerir toda a rede regional de transporte público

O Bloco manifesta-se contra a interrupção da operação do ferry e por um serviço que esteja disponível todo o ano para passageiros e mercadorias, sem restrições artificiais, em nome do interesse público.

O Governo Regional do PSD tudo fez para que a operação ferry não existisse ou que fosse um fracasso e agora dá uma cambalhota e vem cinicamente festejar o sucesso da operação. O dinheiro dos contribuintes deve servir para o bem de todos e não para alimentar monopólios privados! O Governo Regional trabalha para os "donos da Madeira" e engana o povo.

O Governos dos testes aplica novo remendo ao subsídio de mobilidade, para os estudantes. Uma medida de alcance limitado, embora com algum interesse, que é um bónus para os agentes de viagens, mas que ignora a raiz do problema: a liberalização das ligações aéreas não serve a Madeira.

A liberalização foi decidida há 10 anos com a promessa que iria trazer concorrência e fazer baixar os preços. A concorrência nunca chegou e os preços ao invés de descer, estão a subir. Dez anos é tempo suficiente para perceber que a liberalização não serve a Madeira, há que voltar ao regime de serviço público e impor regras às companhias aéreas.

No início de um novo ano letivo, o Bloco de Esquerda veio a público lamentar o facto de, na Madeira, o Governo de Miguel Albuquerque não ter garantido manuais escolares gratuitos a todos os alunos dentro da escolaridade obrigatória e que frequentem a escola pública.

Os transportes públicos são caros na Madeira, há quem gaste um terço do ordenado em passes - isto é pagar para trabalhar. O Governo Regional está preocupado com os lucros dos donos dos operadores privados e não com os utentes e trabalhadores. Os serviços públicos existem para satisfazer os seus utentes e não as expetativas de lucro dos agentes privados.

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