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As cirurgias em espera aumentaram de 15.000 para 20.000 neste mau Governo de Albuquerque. Há uma estratégia de rebentar com o serviço público de saúde e apresentar os privados como a salvação. A mudança que é preciso não pode premiar essa estratégia, há que investir no serviço público para que esta dê resposta cabal, encaminhar para o privado seria "dar o ouro ao bandido".

O Bloco de Esquerda está com os professores e vai acolher no manifesto eleitoral para as regionais todos os pontos do caderno reivindicativo elaborado pelo Sindicato dos Professores da Madeira.

O Bloco de Esquerda está preocupado com a evolução dos números do turismo na Madeira. A quebra no número de visitantes, o anúncio de novas unidades hoteleiras e de alojamento local, vão pressionar, por um lado, os salários para baixo e, por outro, os preços da habitação para cima, tornando a vida mais difícil para os madeirenses.

O SIADAP permite arbitrariedade das chefias na avaliação, promove o favoritismo e compadrio, se antes todos progrediam na carreira à mesma velocidade, agora é pior, quem tem valor fica para trás e os afilhados progridem mais depressa. O BE propõe um sistema democrático e transparente em que os trabalhadores da AP participem coletivamente na sua avaliação e na das chefias.

Para os lóbis empresariais há milhões, para os pensionistas nem tostões. O BE tem apresentado todos os anos, no Orçamento da Região, proposta de complemento regioal para as pensões mais baixas e tem sido sempre chumbada pelo PSD

O Bloco propõe a gestão pública dos portos da Madeira enquanto infraestrutura estratégica e uma empresa pública para gerir as ligações marítimas para o continente e para o Porto Santo, em defesa do interesse público e para o bem de todos.

Na entrevista dada ao JM-Madeira, Catarina Martins, coordenadora do Bloco de Esquerda assumiu a possibilidade de vir a ser criada um "geringonça" na Madeira, caso o resultado em Setembro assim o permita.
"Se for possível construir uma maioria em nome de quem trabalha, em nome das mudanças para uma justiça social na Madeira, o BE nunca faltará a essa maioria no parlamento. Não faltou no continente, nem vai faltar na Madeira.

Só o serviço público nas ligações aéreas pode garantir preços justos e voos suficientes. A liberalização falhou, dez anos bastam para ver isso, quem apela à intervenção do Governo para junto da TAP baixar os preços ou para atrair concorrência, está a admitir o falhanço, pois a liberalização implica a não intervenção.

O PSD quis reescrever a história da Revolta da Madeira, apresentando-se como seu herdeiro, na verdade o PSD é herdeiro dos protegidos da ditadura, contra a qual o Povo se levantou e que esmagou a Revolta.

O passe de 40 euros deve permitir viajar em toda a ilha, o passe família, 80 euros para todo o agregado familiar, deve chegar à Madeira. Os madeirenses têm os mesmos direitos que os portugueses do continente e não devem pagar mais pelos transportes públicos.

O Governo Regional deixe de desculpar-se com os problemas dos serviços de saúde no continente, olhe as boas práticas da República e replique-as na Madeira, publique as listas dos grandes devedores ao Fisco e à Segurança Social.

Europa tem de se virar para as pessoas e não para os interesses económicos dominantes. É necessário eleger mais deputados do Bloco, para inverter o consenso do bloco central dos interesses, para uma nova política que procure uma verdadeira coesão e convergência do nível de vida na Europa.

O valor de 40 euros para os passes na Madeira não está a ser cumprido, o combinado urbano com interurbano custa 62 euros, 55% acima do anunciado. Isto deve ser corrigido, a Autonomia não existe para os madeirenses serem pior servidos.

O edifício onde funcionou, durante alguns anos, o Centro Educativo da Região Autónoma da Madeira encontra-se, neste momento, desativado e sem qualquer uso ou utilidade. Este edifício, destinado a albergar menores condenados pela prática de crimes com molduras penais de alguma gravidade, foi uma reivindicação de todos os que, na Região Autónoma da Madeira, lutavam pelo cumprimento do princípio da Proximidade, princípio fundamental da Lei Tutelar Educativa. 

A proteção do Ambiente é um obstáculo aos lucros privados. Os governos são submissos e aos interesses e sacrificam o futuro. Face às alterações climáticas, os milhões anunciados para o calhau de S. Vicente e  para os Reis Magos, são um disparate, são milhões atirados ao mar. O compromisso do Bloco é com a proteção do ambiente com o futuro.

O Governo Regional em parceria com o grupo Sousa fazem gato-sapato dos madeirenses. E o PS ajuda à farsa com a manobra de diversão de apontar Lisboa como o destino da ligação ferry, em alternativa a Portimão

Os resultados do CINM em 2018 mostram duas grandes fragilidades: a grande variabilidade da atividade, e o diminuto impacto na criação de emprego. A gestão privada não se foca na criação de emprego, mas sim em dar lucros fáceis aos accionistas.

Estamos a três meses do verão e não é possível ainda reservar viagens no ferry para o continente. Há um ano atrás o havia a incerteza do atraso do concurso, se haveria interessados, mas agora temos contrato adjudicado para três anos e não há interesse nem do Governo Regional, nem do adjudicatário privado em cumpri-lo.

A instrução por sua vez é mercantilista, utilitária, muito virada para a competitividade e para o proveito imediato que dela se possa retirar e esquece o lado humano dos alunos. A formação deverá ser mais humanista, e promover a inteligência emocional dos jovens. A violência decorre da dificuldade em lidar com as emoções.

O Bloco esteve presente na celebração do dia da freguesia de São Martinho, celebrado no Cais do Carvão no domingo passado.

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